domingo, 7 de março de 2010

UM QUARTO DE MIL - Contos breves de exatas 250 palavras

O livro “Um Quarto de Mil”, acaba de ser lançado. Nele estão reunidos contos ficcionais breves com exatas 250 palavras cada texto - particularidade inédita na literatura brasileira. São contos, crônicas e narrativas com características e ritmos próprios. Trilham limites literários, expressam palavras pouco usuais, expõem frases fantasiosas e se aproximam das sinopses de curtas cinematográficos ou mesmo teatrais. Podem ser romances compactos, nômades, ou rotulados diferentemente. Nos escritos escoam-se os ditos imaginados, os sonhados e os experimentados, as cenas e fotografias humanas, fantasias e intempéries, as delícias e os conflitos dos amantes que se estabelecem na penumbra e no fulgor de universos abertos ou fechados. Corpos e almas praticam atos pensados e impensados, desfilam sentimentos, inquietações, prazeres e se questionam. A leitura é um convite para o imaginário fluir. Sem pressa.

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www.carloskarnas.com.br


Convite para o imaginário fluir

“Eu quero que você leia este livro porque você vai pensar. Você poderá gostar ou não do que eu escrevo e das imagens que proponho. Mas, em algum momento minhas palavras o (a) farão pensar.”
Esta obra reúne textos ficcionais breves com exatas 250 palavras cada. São contos, crônicas e narrativas com particularidades e ritmos próprios. Trilham limites literários, expressam palavras pouco usuais, expõem frases fantasiosas e se aproximam das sinopses de curtas cinematográficos ou mesmo teatrais. Podem ser romances compactos, nômades, ou rotulados diferentemente. Nos escritos escoam-se os ditos imaginados, os sonhados e os experimentados, as cenas e fotografias humanas, fantasias e intempéries, as delícias e os conflitos dos amantes que se estabelecem na penumbra e no fulgor de universos abertos ou fechados. Corpos e almas praticam atos pensados e impensados, desfilam sentimentos, inquietações, prazeres e se questionam. A leitura é um convite para o imaginário fluir. Sem pressa.

Os leitores experimentais

Os escritos deste livro foram realinhados e avançaram a partir dos comentários de alguns leitores experimentais. Entre eles estão escritores, jornalistas, professores, pedagogos, psicólogos, psicanalistas, agentes cultuais, críticos, atores, teatrólogos, leitores das mais variadas formações e até mesmo aquelas pessoas comuns que não foram beneficiadas com melhores oportunidades sociais, culturais ou literárias. Alguns comentários e testemunhos podem qualificar melhor o conteúdo desta publicação:

”Engenhosa e criativa é a sua capacidade de com um quarto de mil palavras escrever coisas boas de se ler”;

“Muito bem escritos! Com estilo próprio, gostoso, inconfundível. Eu arriscaria dizer que é antitético ao estilo de Machado de Assis, mas tem um quê do estilo do grande Pe. Antônio Vieira”;

“É possível qualquer pessoa localizar, ou localizar-se nos diferentes universos. É, digamos, humano, a subjetividade à flor da pele. A dor de existir ali, a cada surpresa”;

“Caí da cama e dei de cara com estas tuas maravilhas”;

“Fui lendo e gostando, há um toque de realidade num surreal, às vezes, justo o contrário”;

“Teu livro está muito bom; uma estrutura envolvente, um texto agradável; com certeza, vai ter sucesso”;

“Quantas ideias e quanta sensibilidade...”;

“Belamente escrito, você tem talento e competência”;

“Não são crônicas, mas parecem. Não são contos, mas parecem. São um quarto de mil, coisa que você criou”.


Os tecidos ambientais da obra

Um Quarto de Mil está dividido em segmentos: “Do Solo Primeiro”, “Dos Pensamentos”, “Das Palavras”, “Das Ações”, “Das Miragens”, “Dos Continuados”, “Dos Insinuados” e “Do Solo Final”. Nesses ambientes são reunidos contos e narrativas ficcionais – com exatas 250 palavras cada – nas suas características próximas e identificadas. Personagens múltiplos tecem o fio condutor dos textos e neles se espalham, cantam, falam, sonham, sofrem, se deliciam, se questionam, se definem, tomam rumo ou pedem ajuda. Na abertura da obra, “Do Solo Primeiro”, é traçado o percurso idealizado, a partir do movimento de arbítrio que o ser tem para se oprimir ou se libertar. As palavras surgem como destino. Depois, os seres partem e questionam seus pensamentos; expelem o que imaginam; praticam ações; têm seus sonhos suaves ou enlouquecidos; perseguem destinos continuadamente; insinuam pensamentos, os seus ditos e os seus feitos. Por fim, o tecido de intenções surge no encerramento, como justificativa e indagação ao conjunto do que ficou para trás ou que poderá ser lançado para adiante.